Saiba mais sobre serviços de motoboy no RJ

Os serviços de motoboy no Rio de Janeiro, ou também conhecido como motofrete, é um trabalho existente praticamente em todas as cidades brasileiras e que facilita o cotidiano de quem tem pressa, seja para chegar a algum lugar ou entregar mercadorias de forma mais rápida. No Rio de Janeiro, as opções são as mais diversas para você que precisa frequentemente desse tipo de prestação de serviço e para facilitar o seu dia a dia.

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Necessidade

A contratação de serviços de motoboy no Rio de Janeiro também é muito útil na hora de agilizar a entrega dos seus produtos e a terceirização tem sido adotada com bastante frequência, facilitando tanto quem precisa do serviço quanto quem trabalha diretamente sobre duas rodas. Vamos listar os benefícios dessa contratação para o seu negócio:

 

  • Agilidade na entrega;
  • Possibilidade de terceirização;
  • Por consequência, sem vínculo trabalhista;
  • Redução de custos para a empresa;
  • Diversidade nas plataformas de contratação (internet, smartphone);
  • Detalhamento do serviço prestado;
  • Opção mais barata para quem utiliza o serviço como meio de transporte;
  • Meio operacional mais rápido que a utilização de carros;

Em especial nesse período de crise que o nosso País enfrenta, ter uma alternativa que atenda suas expectativas e cumpra com o bom atendimento oferecido aos clientes é uma opção cada vez mais viável. A terceirização dos serviços de motoboy no Rio de Janeiro tem tido sucesso nesse aspecto, em especial pelo custo elevado de se manter um funcionário contratado diretamente na empresa. Quer saber mais sobre isso? Então vamos lá: um estudo desenvolvido pela FGV apontou que um colaborador custa para a empresa três vezes o próprio salário. A partir da globalização e de trabalhos mais independentes, a terceirização surge em um cenário para reduzir gastos e cumprir com o cronograma de atividades.

Onde encontrar

A dinâmica do serviço é localizar através da central o motoboy que está mais próximo da solicitação e então uma mensagem de celular é encaminhada para ele. Após, o motoboy se direciona até o cliente, realiza a entrega e a contratante recebe uma confirmação de recebimento, o chamado protocolo digital. Essa é uma startup que conta com mais de 2.500 motoboys cadastrados em inúmeras cidades, entre elas, o Rio de Janeiro.

Motoboy Barra da Tijuca

Rapidez no atendimento

Estudos realizados pela empresa mostram que os motoboys chegam ao local de contratação em tempo recorde de até 7 minutos, isso porque o recurso de geolocalização permite maior agilidade na distribuição dos serviços solicitados. O aplicativo é disponível para smartphones Android ou também iOs.

Cuidado

Mesmo com inúmeros meios para solicitar tal serviço, é importante sempre o usuário se ater às regularizações e vistorias prestadas para esse tipo de atendimento. No Rio de Janeiro para exercer a profissão de motofretista ou quem lida diretamente com o transporte de mercadorias é obrigatório possuir curso especializado, que é ministrado pelo Detran e também pela Polícia Militar do Rio. O curso tem base na resolução do Contran de número 410/2012, com o intuito de garantir a disseminação de informações pertinentes ao exercício da atividade, bem como padronizar o serviço, priorizando a segurança de quem presta e também quem utiliza os serviços de motoboy no Rio de Janeiro.

Para quem tem interesse em realizar o curso, que é oferecido pelo Detran quinzenalmente, os requisitos básicos são:

 

  • Ter pelo menos 21 anos;
  • Estar há no mínimo dois anos habilitado na categoria A;
  • Não estar com o direito de dirigir suspenso e nem respondendo processo nesse sentido;
  • É preciso apresentar também cópia do comprovante de rendimento ao exercer o trabalho de motoboy, e que esse valor não ultrapasse o custo de um salário-mínimo inicialmente;

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Regularização

De acordo com dados fornecidos pelo Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran), atualmente são cerca de 15 mil motoboys que trabalham no Rio, seja de forma independente ou com vínculos em empresas do segmento. Desse total, apenas 5% são regularizados. O benefício de contatar empresas sérias do ramo para terceirizar o serviço é que geralmente para a contratação o requerimento número um é estar em dia com a legislação de trânsito, além de também receberem treinamento para melhor atender os clientes.

 Salário

A Lei do Estado do Rio de Janeiro de número 6.983/2015 definiu piso salarial para inúmeras funções exercidas por profissionais dos mais diversos segmentos, entre eles os motoboys, que têm a partir de então o piso salarial definido em R$ 988,60. Quem se lança nesse nicho de mercado de forma autônoma, pode conquistar facilmente um salário superior ao piso. Esse é um dos pontos que mais atraem profissionais para essa área, além da liberdade de horário de atuação também. Esses pontos vamos colocar logo mais.

Histórico

Você sabia que a profissão de motofretista ou os motoboys surgiu em meados da década de 1980? O que impulsionou tal criação foi a necessidade de agilizar o translado de objetos de um local a outro, em especial nos grandes centros, onde o trânsito já se mostrava caótico. O atrativo de tal serviço prestado sempre foi a rapidez no cumprimento da missão e também o custo acessível a quem precisava do serviço prestado.

Em decorrência da pressão exercida sobre os profissionais que atuam no serviço de motoboy e motofretista, esses são trabalhadores que se expõe a inúmeros riscos no trânsito. Os números não mentem: só no Brasil anualmente mais de 45 mil pessoas morrem em decorrência de acidentes de trânsito. Se você pensa em prestar serviços de motoboy no Rio de Janeiro, saiba que enfrentará alguns pontos que devem ser levados em consideração, como:

 

  • Estresse gerado pelo trânsito
  • Pressão para manter um ritmo ágil de entrega
  • Uma vida sem rotina
  • Violência no trânsito
  • Violência urbana de modo geral

Nos dias atuais, esta é uma profissão fundamental para manter inúmeros outros trabalhos em andamento. Se por um lado tem os pontos negativos, há também pontos positivos, em especial para os autônomos:

 

  • Salário bom para pouca formação
  • Profissão para quem gosta de adrenalina e velocidade
  • Independência financeira
  • Renda extra que pode ser aliada a outra carreira

Quando se mensura a violência envolvendo meios de transporte no Rio de Janeiro, mais especificamente ainda com moto, a quantidade coloca o Rio na 26ª posição no ranking de mortes por acidentes envolvendo motocicletas. É praticamente uma epidemia que envolve os grandes centros brasileiros. Isso consequentemente representa gastos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Quer um exemplo? Em 2014, no Rio de Janeiro foram realizadas 3.816 internações em hospitais por conta de acidentes de trânsito, o que gerou um gasto de R$ 4,8 milhões.

Os que mais se envolvem em acidentes nesse sentido, de acordo com um levantamento feito pelo Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), quase 80% das pessoas que se envolvem em acidentes de motos são do sexo masculino com idade entre 20 a 39. Os motivos principais são uso de bebida alcoólica e falta de uso de capacete.

 

Equipamentos necessários

É sempre importante destacar os equipamentos necessários e obrigatórios para quem busca exercer a profissão em relativa segurança, uma vez que o mototaxista se expõe a diversos riscos no decorrer do dia atuando pelas ruas da cidade. Quem se dispõe a prestar serviços de motoboy no Rio de Janeiro deve atuar com esses itens:

 

  • Capacete: lembre-se que no capacete é preciso ter adesivos reflexivos e andar sempre, independentemente da situação, com a viseira fechada – essa é uma infração que gera multa.
  • Antena corta-pipa: uma necessidade que evita acidentes fatais, impedindo que linhas de pipa com cerol atinjam os motociclistas.
  • Colete reflexivo: o intuito deste item é tornar o motociclista visível de longe através da iluminação de outros veículos, o objetivo é evitar acidentes.
  • Luvas: este item protege contra temperaturas baixas e também auxiliam o motociclista na condução da moto, uma vez que é mais aderente. Em caso de acidente, também é um item de proteção que não deve ser dispensado.
  • Joelheiras e cotoveleiras: em caso de acidente, esses itens são fundamentais para evitar escoriações. Existem modelos já acoplados nas calças especiais para motociclistas.
  • Botas: o escapamento da moto gera calor, e as botas vêm como itens essenciais para proteger o motociclista disso. Além do mais, também é um acessório útil em dias de chuva ou também colisões, para proteger.

 

Essas dicas foram úteis para você que gostaria de se informar melhor ou trabalhar com serviços de motoboy no Rio de Janeiro? Se sim, deixe um comentário nos contando o que mais te chamou a atenção. Se você já atua no ramo, fica o convite para compartilhar suas experiências nessa profissão tão necessária e em constante ascensão em nosso País.